Immanuel Kant – Observações Sobre O Sentimento Do Belo E Do Sublime

Posted on 2 CommentsPosted in Filosofia

Observações Sobre O Sentimento Do Belo E Do Sublime / Ensaio Sobre As Doenças Mentais – Estes dois escritos da fase inicial do pensamento de Kant parecem ocupar-se de assuntos de natureza antropológica, ainda que absolutamente distintos. Nas Observações Sobre O Sentimento Do Belo E Do Sublime maneja as categorias do belo e do sublime para pensar temas de índole social e antropológica, como as relações entre os sexos, a descrição de tipos de sociabilidade tomando como guia a doutrina clássica dos quatro temperamentos, os caracteres nacionais, as raças humanas, etc. (mais…)

Hélio José Dos Santos E Souza – O Problema Da Motivação Moral Em Kant

Posted on Leave a commentPosted in Filosofia

Por que os homens são livres? No que consiste a liberdade humana? Como é possível a ação moral? Como um corpo submetido a leis naturais pode ser livre? Para responder perguntas simples como estas e outras não tão simples é que Hélio José dos Santos Souza se debruça sobre a obra de Kant, especialmente a Fundamentação da metafísica dos costumes. (mais…)

Francisco Jozivan Guedes De Lima – A Teoria Kantiana Das Relações Internacionais: Pressupostos Morais, Jurídicos E Políticos

Posted on Leave a commentPosted in Ciências Sociais, Direito, Filosofia, Relações Internacionais

O propósito precípuo deste livro consiste em investigar a teoria kantiana das relações internacionais a partir de uma pesquisa sistemática acerca de seu projeto de paz publicado em 1795, intitulado Zum ewigen Frieden (À Paz Perpétua). (mais…)

Paula Órdenes Y Daniela Alegría (Edits.) – Kant Y El Criticismo: Pasado, Presente, Y ¿Futuro

Posted on Leave a commentPosted in Filosofia, Livros Em Espanhol

Este libro recoge una selección de comunicaciones presentadas durante los tres días del Primer Congreso Internacional: “Kant y el Criticismo: pasado, presente y ¿futuro?”. Durante los días 7, 8 y 9 de abril de 2014 se conmemoraron, en el marco del Congreso, los doscientos noventa años del natalicio de Immanuel Kant. (mais…)

Vicente Zatti – Autonomia E Educação Em Immanuel Kant E Paulo Freire

Posted on Leave a commentPosted in Educação, Pedagogia

O interesse em pesquisar o tema autonomia e educação tomando como referência Immanuel Kant e Paulo Freire surgiu a partir da constatação de situações do meio escolar e social atual que levam a ou se caracterizam como situações de heteronomia. Destaco dentre essas situações a forma como grande parte dos alunos desenvolvem uma capacidade de compreensão insuficiente, se mostram arredios à leitura, seguem a moda irrefletidamente, apresentam dificuldade em pensar por conta própria e discutir criticamente os assuntos que envolvem, inclusive, seu cotidiano. A nível social destaco a estetização do mundo da vida que leva ao individualismo, à indiferença com o humano, à irresponsabilidade, à massificação e a conseqüentes formas de pensar e agir homogeneizados, não autênticos e autônomos. Além disso, a razão instrumental promove hoje a colonização de diversas esferas do mundo da vida, gerando uma sociedade em muitos aspectos desumanizante e irracional, que prioriza o econômico em detrimento do humano.

João Paulo Silva Martins – A Formação Do Sujeito Moral Na Perspectiva Kantiana

Posted on Leave a commentPosted in Filosofia

O filósofo Immanuel Kant concebe o homem como um ser racional, capaz de desenvolver e aperfeiçoar seu próprio ser. Os outros animais encontram no instinto o seu modo de ser e de como proceder, mas o homem, por ser dotado de razão, precisa formar-se por si mesmo. Desse modo, objetiva-se com este trabalho analisar o processo de formação do homem sob a perspectiva kantiana, considerando as propostas e os métodos que visam o desenvolvimento da humanidade tanto em relação ao indivíduo, quanto em relação à espécie. Para realização deste objetivo tomar-se-á como referência primeira o texto Sobre a Pedagogia, no qual a educação é apresentada como meio de retirar o homem de seu estado de rudeza animal e de conduzi-lo ao aperfeiçoamento máximo de sua natureza racional: a moralidade, enquanto indivíduo; o cosmopolitismo, enquanto espécie.