Eduardo Ferreira Chagas & Renato Almeida De Oliveira – Consciência, Natureza E Crítica Social Em Hegel, Feuerbach E Marx

Eduardo Ferreira Chagas & Renato Almeida De Oliveira – Consciência, Natureza E Crítica Social Em Hegel, Feuerbach E Marx

Em uma tentativa de trazer melhor explanação a respeito dos conceitos de consciência, natureza e uma crítica social, os autores Eduardo Ferreira Chagas e Renato Almeida de Oliveira transitam nas leituras dos clássicos entre Hegel, Feuerbach e Marx, abordando assim, direta ou indiretamente, assuntos como religião, fenomenologia, moral, ética, antropologia, ciências sociais etc.

Eduardo Ferreira Chagas é graduado em Filosofia pela Universidade Estadual do Ceará (UECE, 1989), Mestrado em Filosofia pela Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG, 1993) e Doutorado em Filosofia pela Universität von Kassel (KASSEL, ALEMANHA, 2002).

É professor efetivo (associado) do Curso de Filosofia e do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal do Ceará (UFC) e professor colaborador do Programa de Pós-Graduação em Educação Brasileira da FACED – UFC. Coordenador do Grupo de Estudos Marxistas – GEM –, vinculado ao Eixo Marxismo, Teoria Crítica e Filosofia da Educação, e ao Programa de Pós-Graduação em Educação Brasileira da FACED – UFC. Orientador do Programa Jovens Talentos/CNPQ.

Atualmente, é Pesquisador Bolsista de Produtividade do CNPQ, é membro da Internationale Gesellschaft der Feuerbach-Forscher (Sociedade Internacional Feuerbach) e dedica suas pesquisas ao estudo da filosofia política, da filosofia de Hegel, do Idealismo Alemão e de seus críticos Feuerbach, Marx, Adorno e Habermas.

Renato Almeida de Oliveira é Doutor em Filosofia pela Universidade Federal do Ceará. Professor Adjunto do Curso de Filosofia da Universidade Estadual Vale do Acaraú (Sobral – Ce.).

Coordenador do Grupo de Estudos e Pesquisas em Filosofia e Teoria Política e Social (GEPPS/UVA). Memebro do Grupo de Estudos Marxistas (GEM/UFC). Dedica suas pesquisa sobre a relação entre política e religião, enfocando a questão da secularização, na esteira de Marx e da tradição marxista.

Gérard Lebrun – A Paciência Do Conceito

A Paciência Do Conceito: Ensaio Sobre O Discurso Hegeliano – Neste conjunto de ensaios o filósofo francês Gérard Lebrun procura discutir e entender o discurso hegeliano, pondo a questão da regulação que o leitor deve adotar em relação ao Sistema hegeliano, afastando todos os juízos tradicionais sobre o andamento global do Sistema (monismo, otimismo, panlogismo, pantagrisno etc.). Continuar lendo

Ricardo Pereira Tassinari & Outros (Orgs.) – Enciclopédia Das Ciências Filosóficas: 200 Anos

Enciclopédia Das Ciências Filosóficas: 200 Anos – O Congresso Internacional da Sociedade Hegel Brasileira (SHB) é um evento que ocorre a cada dois anos com a finalidade de promover o intercâmbio científico-filosófico sobre estudos e pesquisas relativas à filosofia de G. W. F. Hegel desenvolvidos no Brasil e internacionalmente. G. W. F. Hegel é um dos pensadores mais reconhecidos na história da filosofia contemporânea. Continuar lendo

G. W. F. Hegel – Sobre As Maneiras Científicas De Tratar O Direito Natural

Sobre As Maneiras Científicas De Tratar O Direito Natural critica as formas correntes de abordagens do Direito Natural. Nem o jusnaturalismo empírico, nem o jusnaturalismo transcendental kantiano perceberam a natureza orgânica da vida política, impedindo assim a compreensão do fundamento ético do Direito.
O projeto jurídico hegeliano é o de um Direito especulativo, ou seja, um direito de natureza ética. Aqui, a suprassunção das contradições concretiza-se no momento especulativo, isto é, na identidade da identidade e da diferença. Este projeto será, de fato, desenvolvido ao longo da trajetória filosófica hegeliana, consolidando-se, posteriormente, em todos os momentos de sua obra sistemática. Continuar lendo

G. W. F. Hegel – Princípios Da Filosofia Do Direito

Princípios Da Filosofia Do Direito saiu em Berlim em 1918. Trata-se do desenvolvimento de uma seção da Enciclopédia das ciências filosóficas publicada no ano anterior e onde Hegel expõe de maneira dogmática esse pensamento, agora já tendo atingido sua forma definitiva. O que Hegel chama de Direito não é o direito abstrato, que nos vem dos romanos, nem o direito natural. ´É a existência da vontade livre´; é a ´liberdade consciente de si´, o direito da pessoa, por exemplo, é apenas um momento no devir desta liberdade. No sentido hegeliano, podemos ainda situar o direito na história do espírito. Continuar lendo