György Lukács – O Jovem Marx E Outros Escritos De Filosofia

Posted on Leave a commentPosted in Filosofia

O Jovem Marx E Outros Escritos De Filosofia – O conjunto de textos de Gyõrgy Lukács aqui coligidos, apresentados em ordem cronológica, reúne materiais inéditos no Brasil (com uma única exceção: a conferência “As bases ontológicas do pensamento e da atividade do homem” ). Todos centrados sobre problemáticas de natureza essencialmente filosófica, cobrem um largo período da vida do pensador húngaro’ – na verdade, quase três décadas e meia, do imediato pós-guerra ao fim dos anos sessenta, pouco antes de sua morte. (mais…)

Georg Lukács – Ensaios Sobre Literatura

Posted on Leave a commentPosted in Letras, Literatura

É através da práxis, apenas, que os homens adquirem interesse uns para com os outros e se tornam dignos de ser tomados como objeto de representação literária. O fazer literário ocidental, a partir de meados do século XIX, inicia uma modificação de suas estruturas de estéticas. A narrativa épica, tão cheia de acontecimentos e dramas humanos, cede lugar a uma arte cada vez mais estática e descritiva; a dinâmica do enredo e sua originalidade perde espaço para a observação desapaixonada de quadros que mais parecem uma natureza morta. Em seu Ensaios Sobre Literatura, Lukács, ao analisar esta modificação da literatura ocidental, usa alguns exemplos concretos para comprovar sua tese: Balzac, Stendhal e Tolstoi, três escritores que viveram numa época em que a sociedade burguesa consolidava-se, um momento em que as várias convulsões sociais davam o golpe de misericórdia nas antigas estruturas feudais; todos estes homens participaram ativamente desse processo, e se tornaram escritores a partir da experiência multifacetada dessas transformações.

Hans Heinz Holz, Leo Kofler Y Wolfgang Abendroth – Conversaciones Con Lukács

Posted on Leave a commentPosted in Ciências Sociais, Filosofia, Livros Em Espanhol

Georg Lukács es uno de los pensadores más influyentes de nuestro siglo; y lo ha sido, además, a lo largo de diversos períodos de su producción: con la obra de juventud Die Seele und die Formen (El alma y las formas), que, nacida del espíritu de la filosofía de la vida, sin poder negar la influencia de Simmel, pertenece a aquella época efervescente, aún no puesta en claro en el aspecto social, que en Alemania está caracterizada por el expresionismo; luego, con el primer gran documento de filosofía de la historia marxista, Geschichte und Klassenbewusstsein (Historia y conciencia de clase), obra cuya impronta es perceptible en toda una generación de jóvenes intelectuales europeos; finalmente, tras la segunda guerra mundial, con los análisis polémicos de Die Zerstórung der Vernunft (El asalto a la razón) y otros escritos semejantes sobre la historia de la literatura, que desarrollaron, a partir de los principios de la racionalidad y de la ilustración, una posición progresiva y combativa frente al irracionalismo y oscurantismo de la ideología burguesa tardía. La fecundidad de la influencia de Lukács se evidencia constantemente no sólo en que enseña métodos y aspectos, sino, más bien, quizá, en que provoca la contradicción, obligando al antagonista a aclarar sus propias posturas; de modo que incluso en la negación, si se sitúa en el plano objetivo del argumento, tiene por fuerza que reflejarse algo de la lucidez del pensamiento de Lukács.

Georg Lukács – A Teoria Do Romance

Posted on Leave a commentPosted in Letras, Literatura

Redigido entre 1914 e 1915, este livro permanece como referência fundamental para qualquer estudo acerca do romance. O horizonte conceitual de suas indagações ultrapassa o âmbito da literatura, conferindo ao debate teórico uma ampla perspectiva histórico-filosófica.
O poder de irradiação de suas ideias está presente na reflexão de importantes críticos, entre os quais Walter Benjamin, Theodor W. Adorno, Lucien Goldmann, Harry Levin e Fredric Jameson. Numa prosa densa e pontuada de lirismo, esta obra – marco da crítica literária do século XX – mantém intacta toda a sua atualidade.

István Mészáros – O Conceito De Dialética Em Lukács

Posted on Leave a commentPosted in Ciências Sociais, Filosofia

O conciso ensaio que dá título a este livro do filósofo húngaro István Mészáros – redigido originalmente entre 1967 e 1968 – é considerado pelo especialista e professor da UFRJ José Paulo Netto “um dos melhores e mais criativos estudos já publicados sobre a concepção de dialética que se articula e se desenvolve no conjunto da obra de György Lukács”.
Com a intenção de facilitar o estudo da obra multiforme e altamente complexa de Lukács, Mészáros instaura uma matriz interpretativa para o trato do pensamento do filósofo conterrâneo e analisa criticamente seu legado. A perspectiva de Mészáros é privilegiada, pois, do final da década de 1940 e até a morte de Lukács, em 1971, cultivou uma relação ímpar com o seu mestre.Segundo Mészáros, os problemas da dialética ocupam um lugar central no pensamento de Lukács. Isso porque Lukács combateu o predomínio do “marxismo vulgar” no movimento organizado da classe trabalhadora, os ataques dogmáticos à dialética e às glorificações do materialismo mecanicista. Assim, preocupou-se constantemente em defender a validade metodológica universal da abordagem dialética.