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O que o livro nos traz é uma sintética discussão sobre a natureza das línguas sinalizadas, uma instigante introdução a diferenças culturais e à cultura surda e uma série de reflexões sobre o desenvolvimento de programas de ensino de línguas de sinais, baseadas na experiência norte-americana.
O brasileiro que conhece um pouco a história da língua de sinais brasileira vai poder compará-la com a história da língua de sinais americana: as duas foram influenciadas diretamente pela língua de sinais francesa (nos Estados Unidos pela ida do professor Laurent Clerc em 1816, e no Brasil pela vinda do professor Eduard Huet em 1855) , e portanto as duas línguas são primas-irmãs (diferentes, por exemplo, da língua de sinais britânica, que tem origem independente, não sendo inteligível pelos surdos norte- americanos; e diferentes da língua gestual portuguesa, originária da língua de sinais sueca).

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