A partir de estudos sobre educação, vontade, natureza e ser humano, o presente livro reúne textos sobre pensadores da filosofia alemã moderna e contemporânea.
A partir de estudos sobre educação, vontade, natureza e ser humano, o presente livro reúne textos sobre pensadores da filosofia alemã moderna e contemporânea.

Rafael Werner Lopes – Filosofia Alemã: Perspectivas Antropológicas

O presente livro reúne textos sobre a filosofia alemã moderna e contemporânea, publicados nos últimos cinco anos.

O texto Educação Estética E Vida Ética Em Friedrich Schiller procura apresentar o tema central das Cartas sobre a educação estética da humanidade.

Para evitar a decadência da cultura e seu barbarismo, Schiller defende uma ideia de ser humano pensado a partir da relação entre razão e sensibilidade.

As Cartas concebem a formação moral fundada na educação estética. Essa compreensão favoreceria o desenvolvimento da humanidade em todas as suas potencialidades.

O século XIX é um período de transformações de paradigmas filosóficos, momento em que ganham espaço interpretações de cunho naturalista e críticas das inúmeras propostas filosóficas do pensamento tradicional.

O texto Vontade E Representação Em Schopenhauer apresenta a concepção de vontade como determinação fundamental do mundo, presente no pensamento de Arthur Schopenhauer.

Racionalidade e representação são determinações de uma força absoluta, cega e sem sentido, que a tudo determina. Para o autor pessimista, o exercício filosófico deve estar voltado a compreender a limitação da racionalidade e a reconhecer a essência do mundo desde uma base intuitiva.

No texto Aspectos Da Doutrina Da Sensibilidade Em Feuerbach, apresento alguns elementos sobre a antropologia de Ludwig Feuerbach, filósofo que assumiu importante papel nas transformações do pensamento filosófico do
século XIX.

A antropologia feuerbachiana revelará uma nova base para pensar a moralidade desde as relações entre os indivíduos e a natureza.

Em Instinto De Felicidade E Autopreservação Na Ética De Feuerbach, apresento a concepção moral presente no último período de produção filosófica de Ludwig Feuerbach.

A moral é determinada pelos instintos de felicidade e autopreservação. Contra a ideia de autonomia, o filósofo apresentará a defesa da heteronomia como fundamento da moralidade.

Em Indivíduo E Egoísmo Em Max Stirner, apresento as ideias centrais da obra O Único E Sua Propriedade, do filósofo Max Stirner.

O texto, ao apresentar o programa da crítica stirneriana contra o idealismo europeu do século XIX, procura mostrar como o pensador concebe a vida humana a partir do egoísmo, compreendido como determinação natural dos indivíduos, e sua afirmação como base para a construção da vida social.

Em Nietzsche E A Antropologia Filosófica procuro apresentar como o pensar antropológico está ligado ao surgimento de uma crise nas humanidades e à necessidade de redefinição da questão pelo ser humano desde um horizonte problemático.

O pensamento nietzschiano constitui uma fundamental contribuição para pensar a antropologia como saber aberto pelas múltiplas perspectivas que enriquecem a investigação filosófica.

Com o fim da Primeira Guerra Mundial, a humanidade começa a experimentar a possibilidade de autodestruição, a solidão, o fracasso diante do mundo e de si e a necessidade de colocar um novo horizonte filosófico para pensar questões fundamentais acerca do homem.

É nesse contexto que surge a obra de Max Scheler como fundadora de uma nova disciplina filosófica.

Assim, em Max Scheler E O Projeto De Uma Antropologia Filosófica, procuro apresentar o contexto, as questões essenciais de uma visão antropológica, bem como a estrutura básica utilizada por Scheler para realizar uma comparação entre os seres humanos e os outros seres vivos a partir de diferentes graus do orgânico.

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