George Woodcock – Os Grandes Escritos Anarquistas
George Woodcock, um dos maiores estudiosos modernos do anarquismo, reuniu neste livro, pela primeira vez, um amplo e excitante conjunto de textos que ilustram amplamente a diversidade, profundidade e importância do Anarquismo – uma doutrina política e social que sempre colocou-se, acima de tudo, contra as tiranias de qualquer espécie.

“A ‘Anarquia’ é uma forma de vida social na qual os homens vivem como irmãos sem que ninguém possa oprimir ou explorar o outro e na qual todos dispõem de todos os meios que a civilização contemporânea pode oferecer para atingir o maior desenvolvimento moral e material; o ANARQUISMO é o método para realizar a anarquia pela liberdade, sem governo, ou melhor, sem órgãos autoritários que imporiam aos outros sua vontade pela força, mesmo com boas intenções.” (Errico Malatesta, 1925)

“Quem quer que seja que ponha as mãos sobre mim, para me governar, é um usurpador, um tirano. Eu o declaro meu inimigo.” (Pierre-Joseph Proudhon, 1840)

“De todos os partidos que conheço, só os anarquistas respeitam a vida humana, lutam pela abolição da pena de morte, da tortura e de qualquer forma de castigo imposto ao homem pelo homem. Os governantes são capazes de massacrar os mineiros dentro das minas de carvão, matar passageiros civis de um trem, bombardear Alexandria, trucidando mulheres e crianças.” (Pietr Kropotkin, 1871)

“A revolução russa demonstrou que a idéia do Estado, de Estado Socialista em suas manifestações econômicas, políticas, sociais e educacionais está inteiramente falida. Nunca antes em toda a História, a Autoridade, o Governo e o Estado demonstraram ser tão inerentemente estáticos, reacionários e até mesmo contra-revolucionários em seus efeitos, em resumo, a própria antítese da Revolução.” (Emma Goldmann, 1924)

“A abolição da Igreja e do Estado deve ser a primeira e indispensável condição para a verdadeira libertação da sociedade. Só assim a sociedade poderá se organizar de forma justa e igualitária. Não de cima para baixo. Devemos evitar a aristocracia oficial, estes indivíduos que não tem nada a ver com o povo e em nome de procurar “o bem estar geral”, beneficiam-se a si próprios e a seus amigos.” (Michael Bakunin, 1910)

“Conheci povos como os Cossacos do Oural que viveram sem reconhecer o direito do indivíduo a posse da terra. E havia entre eles tal paz e harmonia como nunca encontrei nas sociedades onde a posse da terra é defendida pela violência… A existência de Governo, pressupõe a existência da violência, para que sua idéia seja imposta a todos.” (Leon Tolstói, 1900)

 

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