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Admite-se que a família tome decisões que visem ao bem-estar de todos os seus membros, embora o chefe de família possa sair perdendo. Viver no meio rural ou na cidade, são duas opções e os prós e os contras são devidamente avaliados. Na decisão de migrar para a cidade, o diferencial de salário, o desconforto do ajuste ao novo estilo de vida, o risco de não encontrar emprego e a violência urbana são devidamente considerados. Contudo, se o diferencial de salário for tentador e as vantagens que as cidades oferecem forem incorporadas a ele, a família corre o risco de migrar. Entre a decisão de migrar e colocar o pé na estrada, decorre tempo que varia com a idade, cultura e recursos dos membros da família. Em primeiro lugar, aventuram-se os mais jovens, que procuram manter os pais no meio rural, e a aposentadoria deles os ajuda neste respeito. Por último, os mais velhos seguem o caminho dos filhos. A rota do êxodo não tem padrão definido. Quando há emprego, do meio rural para a sede do município correspondente ou para cidades de portes menores da mesma região ou de regiões mais próximas. Mas, a migração de longo curso, como por exemplo, do meio rural do Nordeste para São Paulo e Brasília – ou mesmo para os Estados Unidos – é também possível.

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