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Jogar futebol e assisti-lo entusiasma alguns homens, mas não se vibra por quem joga melhor, vibra-se, por exemplo, pelo Brasil (verde-amarelo) ou pela Alemanha (preto-vermelho-ouro), isso é claro. Febre da Copa do Mundo, quilômetros de fãs, Fan Fest e public viewing [telão público para exibição do jogos] etc. No cenário inteiro da Copa do Mundo o futebol-nacionalista vive e goza a emoção do povo, o sentir da solidariedade e de pertencimento à nação brasileira/alemã etc., e na comunidade com “nosso time” o futebol-nacionalista quer, ao menos uma vez inteiramente consciente, não saber nada do cotidiano desagradável, da necessidade de concorrência nem da maldade que são por sua vez comuns entre os membros da nossa sociedade.
Por ocasião da emoção do povo notoriamente sem distância na Copa do Mundo no Brasil, este artigo fornece Seis teses filosóficas sobre o futebol e a Copa do Mundo que examinarão esse fenômeno a fundo. O tema é: o futebol em nossa sociedade contemporânea capitalista.

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