António Damásio – A Estranha Ordem Das Coisas

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A Estranha Ordem Das Coisas – Como os seres humanos vieram a ser, ao mesmo tempo, sofredores, mendigos, celebradores da alegria, filantropos, artistas e cientistas, santos e criminosos, senhores benevolentes do planeta e monstros decididos a destruí-lo? A resposta a essa questão certamente demanda contribuições de historiadores e sociólogos, bem como de artistas, cuja sensibilidade costuma intuir os padrões ocultos do drama humano; além disso, requer contribuições de vários ramos da biologia. (mais…)

Nick Bostrom – Superinteligência: Caminhos, Perigos, Estratégias

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Superinteligência: Caminhos, Perigos, Estratégias – O cérebro humano possui algumas aptidões ausentes nos cérebros dos demais seres vivos. Nossa posição dominante no planeta se deve a estas particulares habilidades. Outros animais possuem músculos mais robustos ou mandíbulas mais afiadas, mas nós temos cérebros mais sofisticados.
Se algum dia os cérebros artificiais superarem a inteligência dos cérebros humanos, então esta nova superinteligência pode se tornar muito poderosa. Assim com o destino dos gorilas hoje depende mais dos humanos do que dos próprios símios, o destino da nossa espécie também se tornaria dependente das ações destas máquinas superinteligentes. (mais…)

Dale Purves & Outros – Neurociências

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Neurociências – Este livro reúne o que há de mais atual sobre o tema, com ilustrações que facilitam o entendimento dos tópicos abordados. Não somente o interesse cada vez maior por conhecer o sistema nervoso humano, mas também os efeitos debilitantes e de alto custo das doenças neurológicas e psiquiátricas reforçam a importância dessa área. (mais…)

João De Fernandes Teixeira – A Orquestra Da Mente

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A Orquestra Da Mente – Neste livro, falo de mentes, de cérebros, de física e de música. Ele é uma conjectura sobre a possibilidade de unificar o nosso conhecimento da mente com a ciência contemporânea. Por muitos anos, me dediquei ao estudo da filosofia da mente, uma disciplina filosófica cujo objetivo principal é elucidar o problema das relações entre mente e cérebro. (mais…)

Ronald Moura Fiuza – A Consciência: Uma Viagem Pelo Cérebro

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A questão é filosófica e mística ao mesmo tempo. O livre-arbítrio está na base das religiões e mexe com os filósofos há 2.500 anos. Um tema bem antigo e analisado por mentes privilegiadas de todos os tempos. Desde Sócrates até os mais respeitados neurocientistas de hoje, dentre os quais o brasileiro Nicolelis, ou o joinvilense Ronald Fiuza, autor de “A Consciência, uma Viagem pelo Cérebro”. Buda, Jesus Cristo e Maomé, fundadores das maiores religiões de todos os tempos, também se envolveram na questão. O reino de Deus está dentro de nós. Pode estar, dizem os neurocientistas, mas continua intocado e inacessível. Somos reféns dos neurônios. O que nos administra a vida: impulsos físico-químicos ou o pensamento racional? Difícil a resposta.

Lucas Fontella Margoni – O Funcionalismo Na Filosofia Da Mente

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O estudo que segue traz uma apresentação de uma das ramificações que estudam a alma do ser humano, hoje melhor considerada a mente. O funcionalismo é uma das correntes que foram abandonadas, por falta de argumentos de defesa, mas que com a crescente onda de estudos e as tecnologias que se aprimoram, várias perguntas, que antes tinha sido deixadas de lado, ressurgem. Cabe a este texto trazer uma pouco da história dessa teoria tão interessante e procurar mostrar que talvez seja possível continuar pensando nela.

António R. Damásio – Em Busca De Espinosa

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Tão revolucionárias para a sua época eram as idéias do filósofo judeu holandês Baruch Espinosa (1632-77) que ele foi excomungado e teve suas obras proibidas por décadas. Hoje, é reconhecido como um dos pilares do pensamento ocidental. O neurologista António Damásio, estudante de Espinosa na juventude, descobriu que as idéias desse pensador sobre um dos grandes temas da filosofia e da ciência – a questão da unidade entre mente e corpo – eram muito próximas daquelas da mais avançada neurociência.
Damásio constatou, surpreso e fascinado, que Espinosa já intuíra que mente e corpo eram manifestações de uma mesma substância e que os sentimentos constituíam o alicerce da mente. Em busca de Espinosa completa a série de livros de Damásio sobre o papel da emoção e dos sentimentos nas relações entre a mente e o corpo, trilogia formada também por O erro de Descartes e O mistério da consciência.
Os avanços recentes da neurociência, as pesquisas feitas em laboratório e as observações clínicas realizadas por Damásio e sua equipe levaram-no a supor que os sentimentos têm bases físicas, ou seja, originam-se no corpo, sendo “mapeados” no cérebro por intermédio dos sentidos.
Damásio mostra como emoções e sentimentos fazem parte do processo regulador da vida e são essenciais não só para a sobrevivência física individual, mas também para o êxito da espécie humana.

   

Ramon M. Cosenza – Fundamentos De Neuroanatomia

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O propósito original da obra, desde a publicação da primeira edição, é fornecer aos estudantes de graduação da área da Saúde, de modo simples, objetivo e conciso as informações necessárias para que entendam como se organiza e funciona o sistema nervoso humano.
Nesta quarta edição, novas figuras foram incluídas e o texto foi totalmente atualizado, a fim de incorporar os avanços ocorridos na área. Os capítulos referentes aos núcleos da base, ao córtex cerebral e ao lobo límbico, em especial, foram extensamente reelaborados de acordo com pesquisas recentes, o que ajuda ao estudante visualizar o cérebro e seu funcionamento em uma nova abordagem, bem como compreender melhor alguns de seus distúrbios.

António R. Damásio – E O Cérebro Criou O Homem

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Quando o self encontra a mente, surge a consciência. É essa a base da argumentação de António R. Damásio, que ao longo de décadas de pesquisa vem destrinchando os elementos, o funcionamento e a base física da capacidade espantosa de raciocinar, de sentir emoções, de distinguir o eu do outro, de mapear seu contexto interno e externo.
Mais do que buscar a morada da mente, do self e da consciência no cérebro e levantar possibilidades de como essas capacidades surgem, E o cérebro criou o Homem mostra que elas atingiram um ápice nos seres humanos e vieram para ficar: prever estados futuros e antecipar respostas que garantam a estabilidade do organismo é um valioso instrumento de sobrevivência.
Em vários aspectos, o autor diverge do pensamento mais disseminado e chega a novas conclusões, que prometem gerar debates e dar origem a novos estudos. “Tem de existir uma razão para se escrever um livro. Este foi escrito para recomeçar”, afirma o autor, que vê a obra como uma atualização das próprias ideias.