Alvanita Almeida & Ívia Alves (Orgs.) – Mulheres Em Seriados: Configurações

Mulheres Em Seriados: Configurações – O título apresenta uma 14 artigos que tratam da representatividade das mulheres nas séries de TV americanas.
As autoras dão especial ênfase aos seriados de temática policial, tendo em vista que estes são produções geralmente voltada ao público masculino, além de fazer uma análise da mudança no consumo de cultura televisa ocorrida nos últimos anos.
Este capítulo introdutório foi escrito para os fãs de séries de TV, que começaram a acompanhá-las recentemente e querem ter o prazer de conhecê-las melhor.
A maioria dos jovens, atualmente, demonstra preferir as séries do que novelas e principalmente tornam-se seguidores de narrativas policiais, como observamos nos comentários de sites e blogs que se dedicam a comentar o gênero.
Por isso, resolvemos escrever Mulheres Em Seriados para um público interessado em séries televisivas, mas que não estão interessados nos intricados estudos acadêmicos, embora tenhamos que utilizar algumas delas que serão logo explicadas.
No geral, fazemos um estudo das representações de mulheres que aparecem neste tipo de série (em um gênero que se acreditava, essencialmente, do gosto masculino) mas sem esquecer de fazer um estudo sobre a narrativa e como ela vem se modificando ao longo do tempo para se adequar ao contexto atual.
Apesar de estarmos pensando especialmente nos aficionados pelas séries, entendemos que um público mais acadêmico também pode se interessar pelo que propomos.
Lemos em algum livro de um autor francês dos anos de 1970, que em pouco tempo as pessoas não precisariam trabalhar todos os dias nem também 40 ou 44 horas por semana, mas a questão que nos impressionou é que o autor dizia que ainda não havia se desenvolvido lazeres que fossem capitalizados como consumo, como gasto. E então uma perguntava para a outra, mas não há praias, jardins, conversas?
No entanto, percebemos que isso não seria o “ideal” para uma sociedade capitalista, porque todos esses lazeres podiam ser feitos sem se gastar dinheiro. Atualmente, alcançamos o tempo em que o lazer se transformou em consumo, seja com as viagens turísticas, seja sem sair de casa, com as televisões pagas e com a própria internet, celulares, Ipad etc.

 

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