Gil Cordeiro Dias Ferreira – 1964: O Contragolpe

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1964: O Contragolpe – Abordagem dos antecedentes, desde os anos 20, do movimento revolucionário de 31/03/1964, ao ensejo de seu cinquentenário, de forma a demonstrar que, ao contrário do que até hoje se propala, não houve “golpe”, mas “contragolpe”. “Golpe” era o que pretendiam, desde muito antes de 1964, o PCB, o PC do B, o CGT, a POLOP, o PORT, a AP, as Ligas Camponesas, a UNE, o ISEB, a Frente Parlamentar e tantos outros adeptos de ideologias totalitárias.
Os ex-terroristas de hoje jamais “pegaram em armas contra a ditadura”. Os militares das Forças Armadas e Auxiliares, apoiados pela maioria civil do País, é que pegaram em armas, para impedir que eles fizessem do Brasil uma sucursal de Cuba, vinculada à então União Soviética, ou à China Comunista.
A História é feita pelos homens que promovem ações efetivas nos momentos relevantes para a humanidade. Posteriormente, outros homens, dispondo apenas de fatias dos fatos, e no benefício da largueza da literatura, narram o ocorrido à feição de suas ideologias e interesses.
Todavia, o Brasil ainda possui o testemunho daqueles que viveram os episódios do mais importante momento da sua história no século XX, e que podem relatar com fidelidade a maior sorte do País, dentre todos os que foram agredidos pela mazela comunista que assolou o mundo durante esse período.
O Brasil, no meio dessa calamidade que ceifou mais de cem milhões de vidas neste planeta, pagou um preço lamentável, mas, felizmente pequena, em face da dimensão da tragédia. E isso se deu graças à eficaz e competente ação das Forças Armadas brasileiras, num movimento que, em 31 de março de 1964, deu eco e continuidade à alarmada reação da nossa nação.
1964: O Contragolpe relembra a ação de brasileiros que, tendo no destino do Brasil um valor maior que a própria vida, não hesitaram em arriscá-la, revertendo o rumo da nação que perigosamente se dirigia ao desastre.

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