Ladrão De Cadáveres – Uma das principais representantes da literatura policial brasileira contemporânea e autora de alguns dos maiores sucessos do gênero, como O Matador e Inferno, Patrícia Melo troca o caos da grande metrópole pelo ensolarado Pantanal matogrossense em Ladrão De Cadáveres, seu mais novo romance. Acaso, violência e traição são elementos decisivos desta trama de suspense, narrada em ritmo cinematográfico.
Ladrão De Cadáveres conta a aventura diabólica de um ex-gerente de telemarketing, despedido depois do suicídio de sua funcionária, que ele agredira dias antes num momento de descontrole. Abatido e sem rumo, ele troca São Paulo por Corumbá em busca de uma rotina menos estressante.
Durante um passeio solitário à beira do rio Paraguai, testemunha a queda de um monomotor, pilotado pelo jovem herdeiro de uma das maiores fortunas da região. O que começa como boa ação transforma-se então numa sucessão de equívocos e jogadas do destino que vão envolvê-lo cada vez mais no violento universo do tráfico de drogas e numa sinistra teia de crime e morte.
Como no clássico de Robert Louis Stevenson, de onde extrai o título de seu novo romance, Patrícia Melo escava os meandros da mente humana e parece não encontrar nada além de cinismo, violência e indiferença.
Com o mote “Um livro em tempo real”, Ladrão De Cadáveres ganhou campanha especial na internet com a criação de um blog (www.dodecimoandar.wordpress.com) que segue o conceito transmídia, no qual os personagens ganham vida na web e a trama, novos desdobramentos. Atuação em redes sociais como facebook, orkut e twitter, além de um book trailler, complementam a ação na web.

Ágil como uma facada. Tensa como incita o corte. Violenta qual o acaso. Assim é a narrativa de Patrícia Melo (1963, Assis, Brasil), nome de destaque da ficção nacional. Com humor corrosivo, personagens ricos e tramas de fluidez cinematográfica, Patrícia dedica sua verve a tratar sobre a morte — ora espetáculo, ora banal — e sobre a violência em suas várias facetas. Autora de sucessos de público e de crítica, como O matador, tornado filme em 2003 sob o título O homem do ano, e Inferno, ganhador do prêmio Jabuti em 2001, ela é também roteirista e dramaturga de prestígio. Uma escritora que investiga a sordidez humana como poucos.

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