Os Intelectuais Da Educação – A trajetória de intelectuais que se mobilizaram na missão de modernizar o país através da educação. Educar e sanear o Brasil eram a chave de um projeto de nação. A atualidade das questões colocadas por personalidades como Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro e Paulo Freire desafia ainda hoje nossa inteligência como cidadãos.
Os Intelectuais Da Educação percorre o Brasil de que falam os intelectuais que tomaram a educação como bandeira civilizadora. Anísio Teixeira e Fernando de Azevedo foram líderes nacionais dessa empreitada. Gustavo Capanema entra como gestor de políticas e, também, como outro polo de atração de figuras intelectuais de grande projeção nacional. Em seu ministério abrigou Carlos Drummond de Andrade, Mário de Andrade, Rodrigo Melo Franco Andrade, modernistas da literatura e da arquitetura, Heitor Villa-Lobos, entre outros. Intelectuais e política têm nesta narrativa mais um momento de sua recorrente assintonia.
Anísio Teixeira talvez seja uma das mais ricas expressões da tensão que o século dos educadores expôs a eles próprios quando imersos na dinâmica política. A indignação com a situação brasileira tem fundamento. A esperança de que o Brasil pudesse ultrapassar herança tão nefasta tomou um grupo por muitas décadas. O compromisso com a defesa de uma sociedade mais educada os acompanhou ao longo da vida. Mas de que herança se trata? O que fazia do Brasil o país a ser reformulado?
Vejamos os fundamentos da inquietação de intelectuais que, desde a década de 1920, vêm se manifestando publicamente com ideias e projetos em torno da educação brasileira. A Escola de Pioneiros fez seus herdeiros. E um deles, conhecido de todos nós, empunhou a bandeira escolanovista até o final de sua vida, em fevereiro de 1997. Darcy Ribeiro deixa em suas memórias e correspondências as confissões de afinidade com o educador e filósofo Anísio Teixeira, o programa de democratização educativa e os ideais da Escola Nova.

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