Ilana Casoy – Serial Killer: Louco Ou Cruel?

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A primeira parte de Serial Killer: Louco Ou Cruel? aborda os serial killers sob diversos aspectos e à luz da Criminologia, do Direito, da Psiquiatria e da Psicologia, e dedica-se a dissecar este universo, analisando como tudo começa, quem são as vítimas, os aspectos gerais e psicológicos, os mitos e as crenças, o perfil do criminoso, a psicologia investigativa, a análise do local do crime e a encenação/organização da cena.
Na segunda parte do livro, Casoy apresenta em detalhes 16 casos de serial killers que chocaram e marcaram o século XX, entre eles Albert Fish, Ed Gein, Ted Bundy, Andrei Chikatilo, Jeffrey Dahmer, Aileen Wuornos e o Zodíaco, cuja identidade segue desconhecida até hoje.
Histórias que habitam as entranhas da humanidade e o que ela tem de pior; frieza, perversidade e falta de sensibilidade que acabam por produzir o mal em escalas inimagináveis.
O que leva uma pessoa a praticar atos tão bizarros como assassinatos em série? A questão é genética, psíquica ou psicológica? Traumas infantis podem ter consequências tão horrendas? Quanto precisam pai e mãe errar para criar um monstro?
Foram estas as questões que me levaram a pesquisar, e aqui vão algumas das respostas encontradas. Espero que elas possam contribuir para a curiosidade de leigos que, como eu, tentam entender onde nasce a violência. A teoria freudiana acredita que a agressão nasce dos conflitos internos do indivíduo.
A Escola Clássica baseia-se na ideia que pessoas cometem certos atos ou crimes utilizando-se de seu livre-arbítrio, ou seja, tomando uma decisão consciente com base de uma análise de custo-benefício. Em outras palavras, se a recompensa é maior que o risco, vale a pena corrê-lo. Se a punição for extrema, não haverá crimes.
A Escola Positivista acredita que os indivíduos não têm controle sobre suas ações; elas são determinadas por fatores além de seu controle, como fatores genéticos, classe social, meio ambiente e influência de semelhantes. Não seria a punição que diminuiria a criminalidade, e sim reformas sociais e tratamentos para recuperar o indivíduo.
Não importa a teoria, os serial killers não se adequam a nenhuma linha de pensamento específica. Na verdade, são um capítulo à parte no estudo do crime. O termo serial killer é relativamente novo. Foi usado pela primeira vez nos anos 70 por Robert Ressler, agente aposentado do FBI e grande estudioso do assunto.

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