Jonh Casti – O Colapso De Tudo

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O Colapso De Tudo – O mundo moderno, tecnologicamente avançado e globalizado, adquiriu um grau de complexidade nunca visto na história da humanidade – porém seu equilíbrio é tão precário quanto um castelo de cartas.
É o que o renomado cientista de sistemas John Casti expõe, de forma cristalina, em seu novo livro O Colapso De Tudo. Basta o empurrãozinho do inesperado para que a civilização como a conhecemos entre em pane, com consequências graves para o modo de vida a que estamos acostumados.
Em O Colapso De Tudo, Casti examina a probabilidade de ocorrência de eventos extremos (ou eventos X, como denomina) provocados pelo próprio homem, indo de um prolongado apagão na internet ao esgotamento dos combustíveis, de uma pandemia global à desativação de todos os aparelhos eletrônicos por um pulso eletromagnético. E o mais assustador, como aponta Casti, é que todos os eventos catastróficos apresentados em O Colapso De Tudo já aconteceram antes.
Colapsos financeiros, falência da distribuição de alimentos e catástrofes naturais são algumas das formas que podem “levar o mundo de volta a idade das trevas”. Pelo menos é isso que acha John Casti, especialista em sistemas de complexidade e autor de O Colapso De Tudo, livro que avalia e relembra fatos marcantes da história da humanidade que prevem como tudo o que vivemos hoje pode acabar.
O trabalho de Casti é analisar em uma instituição de pesquisa eventos extremos causados pelo homem e como prever sua ocorrência e danos nas próximas décadas.
O Colapso De Tudoreúne 11 principais tópicos: um apagão na internet, a falência do sistema global de alimentos, um ataque que destrói equipamentos eletrônicos, o fracasso da globalização, a destruição pelo uso da física, a desestabilização do panorama nuclear, uma pandemia global, o esgotamento das reservas de petróleo, robôs inteligentes e uma crise econômica.
O autor introduz a teoria explicando como ela já aconteceu e foi ou não contornada e te dá três motivos para acreditar que as consequências do que fazemos hoje serão cobradas em anos não muito distantes. Para ele, devemos “aceitar que esses eventos vão ocorrer” e que precisamos estar “abertos e adaptáveis” a essas novas realidades.

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