Será que você não viajou muito pouco de bicicleta até hoje? Tem vontade de sair pedalando mas não sabe por onde começar? Ou talvez você já seja uma cicloturista experiente mas quer aprender ainda mais sobre a arte de viajar sobre duas rodas?
Então o Guia do Cicloviajante Independente é definitivamente o livro ideal para você.
Depois de muitas viagens de bike pelo Brasil e pelo mundo, Fernando Cintra, autor do Guia e do blog de mountain bike Aventrilha.com.br, coloca na páginas de Guia do Cicloviajante Independente todo o conhecimento adquirido na prática – de viagens de alguns dias pelo Brasil a outras de várias semanas por países distantes como Lituânia e Romênia tendo como companhia apenas sua bicicleta.
Guia do Cicloviajante Independente foi concebido para ser uma ferramenta prática ao leitor cicloturista, que aprenderá:
• A escolher e configurar sua bicicleta para a viagem;
• Ferramentas para encontrar acomodação pelo caminho de graça (ou quase de graça);
• O que levar na bagagem;
• Lições de mecânica para cicloturistas que podem prevenir muita dor de cabeça;
• Descobrir o tipo de comida a levar no pedal;
• Como lidar com a criminalidade e voltar para casa intacto.
E muito mais No Guia do Cicloviajante Independente o cicloturista encontra tudo que precisa saber para realizar uma cicloviagem original e memorável!

“Peraí! Cicloviagem independente? Como assim?”
Sim, independente. Independência: condição da pessoa livre, de quem não deve obediência a alguém; estado do que não depende; caráter da pessoa que não segue ideias determinadas, regras preestabelecidas Ou seja, quando quero te influenciar a ser um cicloviajante independente, não quero te empurrar a fazer uma viagem sozinho. Pelo contrário! Uma viagem independente fica incrível com a boa companhia de seu marido, esposa, filhos, irmãos, amigos… ir sozinho ou acompanhado é só uma escolha.
Quando me refiro a independência, quero dizer que você não precisa seguir um caminho já existente para fazer sua viagem. Sim, o Caminho da Fé, a Estrada Real, o Caminho de Santiago de Compostela e tantos outros são deslumbrantes e belos. Mas será que esses são os únicos trajetos que ligam o ponto A ao ponto B? Não podemos ser mais criativos?

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