O controle da poluição ambiental ganha cada vez mais relevância para a indústria, que precisa atender aos requisitos da legislação, de normas técnicas e das exigências de consumidores e investidores.
Introdução Ao Controle De Poluição Ambiental, do engenheiro químico José Carlos Derisio, surge como importante ferramenta para todos os profissionais que atuam na área ambiental.
Introdução Ao Controle De Poluição Ambiental aborda os principais usos da água, do ar e do solo; os tipos de poluição que os afetam e os danos provocados; parâmetros e métodos para avaliação de qualidade; técnicas de controle de poluição; e aspectos legais e institucionais.
Apresentando uma visão integrada e abrangente sobre o tema, é leitura obrigatória para todos os profissionais que procuram racionalizar a produção, diminuir o desperdício de insumos e encontrar formas mais eficientes de uso e reúso de recursos naturais e matérias-primas.
O mundo, nesses quase 20 anos, navegou nas ondas de esperança depositadas na Agenda 21, gestada na Rio-92, mas o barco chocou-se logo na pétrea resistência dos países desenvolvidos, maiores emissores de gases de efeito estufa, em aderir ao Protocolo de Kyoto.
E, mal comemoramos a chegada dos anos 2000, sem o temido bug do milênio que ameaçava instaurar o caos neste mundo, então já dependente da informática, assistimos, entre perplexos e atônitos, ao 11 de setembro em Nova York.
Tivemos a Rio+10 em Johannesburgo, que fixou o termo desenvolvimento sustentável, e vivemos agora a expectativa da Rio+20, a ser realizada em 2012, novamente na “Cidade Maravilhosa”.
Uma análise crítica desse período, sem os fundamentos científicos com que historiadores e sociólogos costumam embasar seus discursos, nos permite inferir que as “verdades” apregoadas como absolutas foram ganhando interpretações ou cedendo o lugar para outras “verdades”, igualmente absolutas. A distância no tempo nos permite enxergar essa verdade.
Vemos, hoje, que as questões ambientais não ocuparam o devido espaço no rol das preocupações, nem por parte da sociedade e nem da mídia. O Partido Verde, como podemos observar, não se viabilizou como uma agremiação política estritamente voltada para as questões ambientais. Restam, assim, as ações de governo e das forças do mercado, que têm necessariamente como parâmetros as necessidades de desenvolvimento econômico e social.

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