Márcia De Cássia Cassimiro & Outros (Orgs.) – Políticas De Integridade Científica, Bioética E Biossegurança No Século XXI

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Quando pensamos na evolução da ciência, tecnologia e inovação, observamos que elas têm ocorrido a uma velocidade tão grande que mesmo os cientistas e a sociedade tem dificuldade em acompanhar.
Isso ocorre ainda mais rápido na medida em que as diferentes áreas das ciências passam e atuar conjuntamente complementando umas as outras e, consequentemente, acelerando ainda mais a velocidade do desenvolvimento da ciência.
Juntamente com toda essa evolução, vimos que há uma necessidade cada vez mais premente em se discutir temas relacionados à conduta científica em todos os aspectos.
Políticas De Integridade Científica, Bioética E Biossegurança No Século XXI apresenta discussões extremamente relevantes que são permanentes e que tem evoluído significativamente nos últimos anos. Trata de temas que o senso comum precisa conhecer e se empoderar, para ter participação ter participação efetiva nos diferentes segmentos.
Por essa lógica, os capítulos de Políticas De Integridade Científica, Bioética E Biossegurança No Século XXI convidam às reflexões bioéticas, éticas, filosófica e legal, feita com ousadia e originalidade, e almeja ressaltar a importância do papel desempenhado pelas instituições no desenvolvimento de uma cultura de integridade, fornecendo não só orientações, recursos e oportunidades de formação, mas também conhecimento especializado e relevante.
Os autores discutem a respeito da construção de dispositivos democráticos de governança em pesquisa, em especial para conferir maior visibilidade e institucionalidade aos procedimentos que tangenciam a integridade científica no mundo contemporâneo, e analisam pontos de enorme relevância para uma reflexão cada vez mais profunda sobre a condução da ciência e o seu impacto na sociedade, tendo em vista a recomendação da European Science Foundation, que diz o seguinte: ” As universidades, institutos, bem como agências e organizações que financiam pesquisas, têm o dever de assegurar uma cultura de política científica. Isso envolve políticas e procedimentos claros, treinamento e tutoria de pesquisadores, métodos de gestão robustos que asseguram a conscientização e a aplicação de padrões elevados, bem como a identificação precoce e, sempre que possível, a prevenção de qualquer transgressão”.

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