Direito, Democracia, Desenvolvimento E Sustentabilidade, organizada pela Professora Doutora Leilane Serratine Grubba, demonstra a todos da comunidade acadêmica pesquisas de grande quilate realizada por quem realmente pensa a Ciência Jurídica para além da norma positivada, comprovando que o Complexo de Ensino Superior Meridional – IMED é um centro de excelência.
Com efeito, impossível seria tratar de Democracia, Desenvolvimento e Sustentabilidade exclusivamente com olhos voltados ao Direito e, agora, peço licença ao leitor, caso graduando em Direito, para uma pequena lição de moral: “pense fora da caixinha”.
Com o perdão da gíria, é importantíssimo que nós, estudantes de Direito, jamais olvidemos que a ciência que resolvemos pesquisar abandone a física, a química ou a biologia. Inexoravelmente, a diferença hoje dos grandes mestres do Direito está na capacidade de lidar com a transdisciplinariedade, ou seja, conseguir demonstrar como diversas ciências se relacionam na busca da “harmonia social”, expressão comumente cunhada para demonstrar a origem do Direito Positivado.
Composto por sete capítulos, Direito, Democracia, Desenvolvimento E Sustentabilidade é fruto de pesquisa séria realizada por docentes e discentes capazes de demonstrar que a tão almejada Democracia, que por premissa básica indiscutível é o melhor regime de governo, depende, essencialmente, de participação efetiva dos cidadãos.
Quando me refiro à “participação efetiva”, em especial, quero tratar do Desenvolvimento Sustentável sob sete tópicos, justamente retirados do âmago de cada um dos sete capítulos desta obra, quiçá abençoada pela melhor energia cabalística.
A Educação (1) é o princípio, meio e fim da resposta aos problemas sociais que nós mesmos criamos. Tais problemas, hoje globalizados (2), destacam-se as questões ambientais (3) essenciais à vida humana que se sustenta, dentre outros fatores, ao fácil acesso a alimentos de qualidade (4), sem esquecer que conceitos como Soberania (5) devem, em prol da sobrevivência de todos os povos, ser mitigado, reforçando a necessidade crescente do estudo dos direitos fundamentais (6), possibilitando saúde plena (7) aos que vivem no planeta Terra.
O parágrafo anterior, com a escusa da pretensão, comprova a você, estimado leitor, que estamos diante de uma obra de leitura engrandecedora, capaz de propiciar momentos de reflexão e engrandecimento cultural, para que todos sejamos instrumentos, efetivos, na construção de um Ambiente onde a paz e a prosperidade imperem, permitindo vivermos em um planeta onde a Dignidade da Pessoa Humana não seja apenas um princípio constitucional positivado e sim, um sentimento cordial inerente a todos os terráqueos.

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