Dicionário de Filmes Brasileiros é o mais completo levantamento já feito sobre a filmografia brasileira de longa-metragem.
Fruto de 4 anos de pesquisa, o dicionário nos remete aos primórdios do Cinema Brasileiro em 1908, aos filmes mudos das décadas de 10/20, aos filmes musicais dos anos 30, às chanchadas da Atlântida, ao profissionalismo da Vera-Cruz e Maristela, ao Cinema Novo, às Pornochanchadas, ao fundo do poço com o Explícito, e, finalmente, a retomada, com sinopses bem elaboradas, que informam a ficha completa do filme, seus técnicos, o elenco, o argumento, as premiações, os comentários, as curiosidades, enfim, tudo que foi possível informar nesse incrível e árduo trabalho de pesquisa que catalogou 3.883 filmes brasileiros.
A partir de agora, os profissionais da área e público em geral terão nas mãos importante ferramenta de trabalho, obra de referência, que vem suprir uma lacuna inexplicavelmente existente até então no mercado editorial brasileiro.
O autor tomou o cuidado de incluir também dois capítulos extras, com as produções inacabadas e as em andamento, o que tornará a obra atualizada por muitos meses. A história do Cinema Brasileiro vai sendo contada aos poucos, através dos filmes, dos comentários, das mini-biografias, etc. e, como uma garoa fina, vai nos molhando e nos envolvendo nessa eletrizante aventura de fazer cinema no Brasil.

Antonio Leão da Silva Neto é um pesquisador e escritor brasileiro nascido na cidade de São Paulo (SP) em 1957. Formado em Economia pela FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado), em São Paulo, com pós-graduação em Administração Financeira e Recursos Humanos, sempre atuou na iniciativa privada em cargos executivos. Como grande apaixonado por cinema, principalmente o brasileiro, percebendo uma grande lacuna no nosso mercado editorial nessa área, dedica todo o seu tempo vago a pesquisas direcionadas ao resgate da memória cinematográfica nacional.
É apaixonado por cinema desde criança, quando começa a frequentar os cinemas do bairro do Ipiranga e, em particular, as cabines dos cinemas do bairro. Curioso, observava um dos muitos Totós espalhados pelo Brasil, maravilhado com aquela enorme máquina que projetava imagens e sonhos. Constrói seus primeiros projetores com caixa de papelão e lentes de óculos velhos. Depois consegue um Barlanzinho, sua primeira vitória, e finalmente, aos 12 anos, ganha do pai um projetor alemão 16mm mudo, comprado a peso de ouro, quando começa a colecionar filmes de cinema

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