Músicas:
Lado A:
1. Eu Pisei Na Pedra (RSA Remix)
2. Coco De Elevador (Furmigadub Remix)
3. Baile Muderno (Magaio Remix)
4. Terra (TRZ Remix)
5. Baião Lo Fi (Chico Correa Remix)
6. Bossinha (Cybass Remix)
7. Bossinha (Aquilez Remix)

Lado B:
1. Baile Muderno (TRZ Remix)
2. Eu Pisei Na Pedra (Lucio K Remix)
3. Bossinha (Flu Remix)
4. DEscanso De Tela (Nômade Riddin Remix)
5. Lelé (Axial Remix)
6. Manganga (DJ Tudo Remix)
7. Baile Muderno (Guirraiz Remix)
Jazz? Música erudita? Forró? Bossa? Eletrônica? Reggae? Funk? Baião? Rock? O multiinstrumentista paraibano Esmeraldo Marques responde “sim” a todas as alternativas anteriores. Homenageando (e “abrasileirando”) o ícone jazz-funk Chick Corea (e sua Electric Band), ChicoCorrea & Electronic Band expande os horizontes da música nordestina para muito além da afrociberdelia do mangue beat.
Sampler, pedais de eco, scratches e programas de computador são apenas instrumentos a mais que, além de teclados, guitarra, baixo e percussão, convivem em harmonia caótica, correndo atrás do groove. O regionalismo é marcante, mas também é universal e de repente um pandeiro pode ser uma base de ragga, que vira um drum’n’bass, que quase sempre descamba para jam sessions de ritmo e psicodelia nordestina.
Não queremos levantar nenhuma bandeira de resgate, mas pegar ritmos locais e mostrá-los de forma espontânea”, diz Esmeraldo Marques, que atende pelo codinome de Chico Correa em homenagem a Chick Corea, músico que nos anos 70 foi o precursor da fusão do jazz com linguagens musicais tecnológicas.
A sala eletrônica de Chico Corrêa & Eletronic Band inclui ainda, samba, bossa nova e sons afro-brasileiros, além de uma clara influência do jazz, já que o grupo costuma improvisar durante seus shows. “Todo show é diferente.
Improvisamos sobre uma estrutura definida. O fio condutor são os grooves eletrônicos”, disse Correa em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo. Ele toca guitarra, opera bases eletrônicas e comanda efeitos em tempo real durante as performances, para delírio do público.
Corrêa, que é baiano de Juazeiro e atualmente vive em João Pessoa, também utiliza músicas folclóricas de domínio público em seu repertório. Isto foi resultado de pesquisa que ele desenvolveu quando foi bolsista do Laboratório de Estudos da Oralidade, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

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