Este livro pretende ser uma espécie de mapa de constelações temáticas e terminológicas que sirva para facilitar a compreensão da atualidade, em especial de sua dimensão cultural. O conhecimento da atualidade é hoje essencial para quem quer viver, trabalhar e/ou ter uma participação cidadã da sociedade contemporânea. Este conhecimento interessa a todas as pessoas que desejam estar sintonizadas e atentas ao complexo mundo atual. Nada mais natural que o livro esteja incluído em uma coleção como a Sala de Aula, pois ele importa, didática e existencialmente, aos estudantes das mais diversas áreas disciplinares e multidisciplinares, em particular aqueles que buscam decifrar os movimentos e os mistérios da contemporaneidade.
A constelação de termos e temas teve a sua escolha orientada pela presença constante deles em conversas cotidianas; textos e falas da mídia; debates acadêmicos; estudos científicos; discursos políticos etc.
Enfim, pela persistência destas temáticas e palavras na cultura e nas linguagens que conformam a contemporaneidade. Além deste critério da presença, uma segunda diretriz iluminou a escolha, a proximidade com o campo da cultura, entendido, em uma concepção ampla, como dimensão societária que reúne: práticas, comportamentos, estilos de vida, manifestações, saberes, modos de conhecimento, formas expressivas e valores sociais. Assim, este livro trata assuntos como: espetáculo; etnicidades; gays, lésbicas e simpatizantes; globalizações; identidades; inclusão social, pobreza e cidadania; mercado mundial; mídia; mundo digital e violência.
Certamente outras constelações temáticas e conceituais podem ser também organizadas, orientadas por e para outras esferas societárias, mas a envergadura física e a concepção editorial deste livro não comportariam todo este conjunto de textos. Talvez isto possa sugerir a continuidade do projeto editorial Atualidade, através de novos livros que privilegiem a compreensão de outras esferas do contemporâneo, como Política e Atualidade, Economia e Atualidade etc. Deste modo, teríamos um mapa bastante rico dos textos que configuram a contemporaneidade.

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