A obra constrói, através de um diálogo entre interlocutores, a imagem do autor sobre como seria a cidade ideal. Nesta cidade quem manda é um chefe espiritual e temporal chamado Sol assistido por três príncipes: Poder, Sabedoria e Amor. O autor tece seus comentários sobre a cidadania, leis, saúde, governo, guerras, educação, política, família, hábitos alimentares, arte de navegar, modos de vida e sobre o dia a dia nesta cidade ideal que se situa no inconsciente de nossa civilização.

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