Miriam Abramovay, Mary Garcia Castro, Ana Paula Da Silva & Luciano Cerqueira – Diagnóstico Participativo Das Violências Nas Escolas: Falam Os Jovens

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Um longo processo se consubstancia neste documento em forma de resultados de  análises, reflexões sobre o processo de apresentação, acolhida do Programa de Prevenção à  Violência nas Escolas no campo institucional da educação. Capacitação de técnicos das  secretarias de educação, capacitação de jovens, aqui referidos como monitores, e professores,  nomeados, neste, como mediadores, quem com a equipe da Flacso formatou uma experiência  singular por alavancar o Programa.
Mentalidades voltadas para o princípio de que violências nas escolas por mais que  amedrontem e desestabilizem o ensinar e o aprender, não podem ser sustentadas por  indiferença e silêncio. Essas estão nas entrelinhas de textos produzidos por monitores e  mediadores. Os jovens ao se exercitarem como pesquisadores, mais que acusar o outro, o  colega, como agente de violências e se queixar de destratos por professores e diretores,  sugerem que se há vitimizações, há cumplicidades se a escola ignora os fatos e as denúncias,  o ambiente escolar não induz a um clima de bom relacionamento. Os que se sentem  vitimizados deveriam denunciar, debater e propor ações permanentes em que se sintam como  vigilantes ativos contra violências.
Percepções dos alunos nos locais pesquisados estão assentadas a partir da pesquisa  quantitativa tipo ‘survey’, do vocabulário de motivos sobre o que incomoda na escola,  pinçados a partir de pergunta aberta naquela enquete. Já nos relatórios dos monitores e  mediadores, focalizando a pesquisa qualitativa, o processo de capacitação e o  desenvolvimento do Programa os mesmos se conscientizam sobre o fenômeno das violências  nas escolas.

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