Roberto Nogueira – A Carroça Do Sonho E Os Saltimbancos

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Um trabalho de pesquisa inédito de Roberto Nogueira, baseado no material existente, com depoimentos colhidos especialmente para esta empreitada que relembra um dos momentos mais interessantes do teatro de rua, um teatro itinerante que se apresentou em diversas capitais e interior de São Paulo. A exposição e as dificuldades do teatro de rua por três décadas, um documentário vivo. Um sonho que deu certo e que precisava ser contado. Um espetáculo que começava com a simples chegada da carroça a uma rua ou praça de um bairro qualquer, um palco desmontável que apresentava resultados de alta qualidade, o ouro de nossa cultura.

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Alberto Luiz Marsaro Júnior & Outros – Trigo

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O trigo é uma cultura importante na composição de sistemas de produção agrícola sustentáveis, sendo alternativa indispensável para sucessão e rotação em sistemas de produção de grãos, hortaliças e fibras em algumas regiões, contribuindo na manutenção da capacidade produtiva do solo e no manejo integrado de pragas, doenças e de plantas invasoras. Alimento fundamental na nutrição humana, o cultivo desse cereal apresenta peculiaridades e riscos por tratar-se de uma cultura de inverno. Conhecimento e aplicação de tecnologias adequadas para cada região de cultivo são necessários para garantir a qualidade do produto, rendimento potencial e retorno econômico. Sem esgotar o conteúdo, o objetivo desta publicação é esclarecer dúvidas relacionadas ao cultivo de trigo, além de contribuir na consolidação do trigo no País além de ampliar o conhecimento sobre seu cultivo e de garantir bom rendimento e qualidade compatíveis com a preservação do meio ambiente.

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Clara Laurentiis – Francis Alÿs: Percursos E Desvios

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Essa pesquisa surge do interesse em explorar a poética visual de Francis Alÿs, buscando, a partir da aproximação em relação a sua obra, pontos de articulação com questões levantadas por mim ao longo do curso de Arquitetura e Urbanismo na FAUUSP.
Francis Alÿs, de origem belga, graduou-se no Institut Supérieur d’Architecture Saint-Luc, na Bélgica e, no início da década de 1980, iniciou os estudos no Istituto di Architettura di Venezia, na Itália, onde desenvolveu sua tese de doutoramento, na qual buscou estabelecer um paralelo entre a eliminação da fauna urbana da cidade pré-renascentista e o progressivo desaparecimento do conceito de animalidade nas representações populares.

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Glória Ferreira (Edit.) – Crítica De Arte No Brasil: Temáticas Contemporâneas

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Crítica de Arte no Brasil: Temáticas contemporâneas é uma coletânea de 91 textos, de 80 autores, que mapeiam o universo de opiniões e idéias que dão suporte às artes visuais produzidas no Brasil. Os textos, abrangendo um período de 60 anos (1946 a 2006), foram selecionados e organizados por Glória Ferreira, doutora em história da arte pela Sorbonne e professora da Escola de Belas Artes da UFRJ.
Entre os autores, destacam-se nomes como Mário Pedrosa, Ferreira Gullar, Aracy Amaral, Décio Pignatari, Mario Schenberg, Frederico Morais, Paulo Sérgio Duarte, Hélio Oiticica, Reynaldo Roels Junior, Murilo Mendes, Fernando Cocchiarale, Cildo Meireles, Walmir Ayala, Ronaldo Brito, Antonio Dias, Jorge Guinle, Paulo Herkenhoff, Waldemar Cordeiro, Haroldo de Campos, Roberto Pontual, Arlindo Machado, Wilson Coutinho e Joaquim Ferreira dos Santos.
O livro divide-se em sete núcleos temáticos: A tradição construtiva; Vanguarda/experimentalismo; Crítica da crítica de arte; Circuito; Retorno/permanência da pintura; Imagens e mídias; e Situações transitivas. A coletânea privilegia críticas de época de acesso limitado, que explicitam as questões em pauta, como o debate sobre a abstração, em textos de Waldemar Cordeiro e Sergio Milliet, e sobre o concretismo e o neoconcretismo, em textos de Ferreira Gullar e Décio Pignatari.

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Wagner De Assis – A Cartomante

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Este A Cartomante não é uma mera transposição do filme de 2004, dirigido e roteirizado por Pablo Uranga e Wagner de Assis, que além de jornalista, já é conhecido na Coleção como autor das biografias de Reginaldo Faria, Ilka Soares e Renata Fronzi. Mais do que um roteiro, este livro, a partir do próprio conto original de Machado de Assis, traz toda a reflexão de um profissional diante da decisão de fazer um filme. 0 surgimento da idéia, o processo criativo, a viabilização e a realização do projeto. Wagner conta, num apaixonado depoimento, como o filme foi baseado livremente no conto homônimo, relacionando os dois textos. Descreve ainda como o projeto, iniciado em 1997, teve que sofrer alterações no roteiro e na ambientação e, mesmo assim, só foi realizado graças à participação de quase todo o elenco nos gastos de produção, num prazo máximo de quatro semanas de rodagem. É uma história fascinante, de luta, glória, desesperança, risos e lágrimas.

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Amir El Hakim De Paula – A Relação Entre O Estado E Os Sindicatos Sob Uma Perspectiva Territorial

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As organizações de trabalhadores passaram por importantes transformações no início do século XX, quando o Estado brasileiro deixou de se pautar por uma lógica liberal e assumiu uma perspectiva corporativa. Este livro mobiliza conceitos geográficos para analisar como os sindicatos organizavam suas ações territoriais e de que maneira o Estado interferia nelas.
O período estudado contempla uma mudança na relação dos mecanismos estatais nas entidades dos trabalhadores, sendo que se no início do século tratava essencialmente de reprimir as manifestações operárias, por volta da década de 1930 influía diretamente na organização classista, com o fim da pluralidade sindical e o estabelecimento de uma ação sindical única, por exemplo.
A relação entre o Estado e os sindicatos sob uma perspectiva territorial nos fornece, assim, um estudo aprofundado das conformações do sindicalismo no início do século XX e apresenta uma contribuição significativa de como a Geografia pode ser apropriada para o estudo dos movimentos sociais.

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Maria Helena Sassi – Pintura Naïve: Conceitos, Características E Análises (Quatro Exemplos Em São Paulo)

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Este livro inicialmente procura buscar as origens do Primitivismo na arte moderna como forma de justificar a importância desse movimento para a arte naïve. Para isso, Maria Helena Sassi faz uma distinção entre os termos naïf e primitivo, e apresenta uma breve biografia de Henri Rosseau, levantando as características da obra desse importante artista. A seguir, a autora apresenta o surgimento da arte primitiva no Brasil, bem como um histórico da Bienal Naïfs de Piracicaba, desde o seu início até a edição de 2010, pelo importante papel que esse evento representa no cenário nacional.
O foco do texto, porém, está na vida e obra dos artistas selecionados, assim como na análise de três obras de cada um deles. Com base nos depoimentos do crítico de arte Oscar D’Ambrósio e do galerista Roberto Rugiero, a autora faz aproximações da arte naïve com o mercado e com a crítica, para em seguida retomar alguns conceitos do sistema binário de Wölfflin e a alternância do naturalismo na história da arte.
Nesse sentido, a autora demonstra como todos os elementos de sua análise oferecem embasamento para as aproximações finais com um novo olhar sobre a representatividade da arte naïve.

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Alberto Rogério Benedito Da Silva – Mineração Na Escola

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A Terra e o seu entorno muito representam para todos nós. Ao habitar a última fase da era geológica, que, se comparada a um dia de 24 horas, seria o tempo equivalente ao último segundo do dia, o ser humano é quem usufrui, com mais eficiência, de seus recursos naturais. Dentre eles estão os minerais. A distribuição geográfica dessa riqueza é errática e escassa. Em todo mundo, poucas são as regiões que as detêm. Na Amazônia, o Estado do Pará representa uma dádiva, por causa dos bens existentes em seu subsolo, em que se destaca a província mineral de Carajás que concentra depósitos invejáveis de recursos e reservas capazes de abastecer segmentos importantes da sociedade. Ilustrado com 189 figuras e cinco tabelas, este livro “Mineração na Escola”, de autoria do renomado especialista, geólogo, Alberto Rogério da Silva, tenta mostrar tal realidade em seus doze capítulos: Sistema Solar, Água, Vida na Terra, Geologia, Rochas, Minerais, Petróleo e Gás Natural, Mineração, Garimpos, Sustentabilidade na Mineração, Mineração no Dia a Dia, e a Mineração e o Futuro.

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Amauri Bogo & Outros – Pera

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A produção de pera no Brasil apresenta muitos desafios tecnológicos a serem vencidos. Nesse propósito, diversos grupos de pesquisa da instituição mantêm-se empenhados na identificação de variedades adaptáveis às diferentes regiões brasileiras e na caracterização dos respectivos sistemas de cultivo e tecnologias de pós-colheita. O objetivo das pesquisas é desenvolver sistemas de produção que garantam, safra a safra, elevada produtividade e qualidade de frutos, preservando, ao mesmo tempo, a sustentabilidade.
Este livro tem por finalidade reunir conhecimentos da literatura e da experiência diária dos pesquisadores da Embrapa e das instituições parceiras, adquiridos tanto em projetos de pesquisa quanto no contato com pomicultores. As perguntas e as respostas foram elaboradas de forma simples e objetiva, permitindo a produtores, técnicos, estudantes e demais interessados acesso a informações atuais sobre os principais aspectos da cultura.

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Claudio Scliar – Minerais E Rochas: Base Material Da Aventura Humana

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O livro apresenta ao público a importância da mineração para a sociedade e os impactos positivos e negativos dessa atividade. Apresenta-se dados e informações sobre a atividade extrativa mineral que gera renda, emprego e riqueza nas regiões onde atua mas que no entanto, quando não realizada de forma sustentável pode resultar em degradação ambiental e desajuste social e econômico. Aponta a ampliação do consumo de bens minerais em decorrência do desenvolvimento econômico de muitos países nas Américas, África e Ásia. Destaca-se a ampliação do aproveitamento de alguns bens minerais que servem como base de indústrias fundamentais para a sociedade como, por exemplo, a automotiva, energética, fertilizantes, química e informática. Isto é, considerando que a demanda mundial por minérios deverá aumentar no futuro, os municípios, estados e países que possuam reservas minerais devem conhecer mais e melhor essa indústria de forma a aproveitar –ou não– as riquezas que possuem.

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Francisco Eduardo Lapido-Loureiro – O Brasil E A Reglobalização Da Indústria Das Terras Raras

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O livro traz três abordagens distintas, com o objetivo de fornecer aos leitores informações que contribuam para o estabelecimento, no Brasil, de uma cadeia industrial que se estenda da atividade mineroquímica até a capacitação tecnológica para a produção de variados materiais de alta tecnologia que necessitam de terras raras para o seu fabrico. As informações contidas no livro são destinadas a pesquisadores, autoridades públicas, empresários, jornalistas, estudantes e cidadãos interessados em se aprofundar na seara dos minerais estratégicos.

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Paulo Fleury – Logística No Brasil: Situação Atual E Transição Para Uma Economia Verde

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O livro Logística no Brasil: Situação Atual e Transição para uma Economia Verde é parte da Coleção de Estudos sobre Diretrizes para uma Economia Verde no Brasil. Composta de doze volumes, a coletânea, que reúne escritos de especialistas em diversas áreas, pretende expor as principais barreiras para implementação da Economia Verde no Brasil e sugerir diretrizes para a implantação deste novo modelo de desenvolvimento.

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Sérgio Amadeu Da Silveira – Software Livre: A Luta Pela Liberdade Do Conhecimento

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O movimento do software livre luta pelo compartilhamento do conhecimento tecnológico. Enquanto o softaware proprietário se orienta em benefício do fabricante, o software livre se orienta principalmente para o benefício de seus usuários. A disputa pelo domínio das técnicas e tecnologias de armazenamento, processamento e transmissão das informações ocupa hoje o centro estratégico das economias nacionais. Saber fazer programas de computador será cada vez mais vital para um país.

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Sérgio Gomes Tôsto & Outros – Geotecnologias E Geoinformação

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Nessa obra você encontrará perguntas e respostas sobre os seguintes temas:

  • Satélites e Produtos
  • Panorama Atual
  • Tendências Mundiais
  • Sensoriamento Remoto
  • Processamento de Imagens Digitais e Gestão da Informação
  • Geoprocessamento
  • Agrometeorologia
  • Hidrologia
  • Agricultura
  • Pecuária
  • Silvicultura
  • Adequação Ambiental Rural
  • Mudanças Climáticas e Modelagem Ambiental
  • Ordenamento Territorial e Zoneamento
  • Educação e Transferência de Tecnologia

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Ronaldo De Almeida & Douglas Falcão – Brincando Com A Ciência Vol. I

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Produzido pelo Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), apresenta cinqüenta e três módulos interativos do Brincando com a Ciência, incluindo descrição detalhada da montagem, dos materiais necessários e das possibilidades de uso. Os módulos foram agrupados de acordo com o conteúdo científico abordado e, ao final de cada apresentação, são feitos comentários sobre os princípios científicos básicos observados nas experiências.

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Heloisa Meireles Gesteira, Maria Esther Alvarez Valente & Moema De Rezende Vergara – Olhar O Céu, Medir A Terra

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Observar, medir e conhecer o Céu e a Terra… Um desafio constante, enfrentado de diferentes maneiras e em diferentes épocas. A partir dos instrumentos de medição do tempo e do espaço, a exposição Olhar o Céu, Medir a Terra explora a relação entre a ciência e a configuração territorial do Brasil. Os instrumentos científicos aqui apresentados – em grande parte originários do Imperial Observatório/Observatório Nacional – foram utilizados em contextos diversos e contribuíram para o desenvolvimento sobretudo da astronomia, da geografia, da cartografia e da navegação astronômica no país. Distantes de seu uso original, constituem hoje uma mostra do patrimônio científico e tecnológico brasileiro, sob a guarda do Museu de Astronomia e Ciências Afins – MAST. Observar o Céu, Medir a Terra convida a explorar, através de diferentes recursos expositivos, os significados dos instrumentos científicos e a riqueza dos documentos apresentados – impregnados de seus usos, personagens, ideias e práticas científicas, indispensáveis à construção da ciência e da tecnologia.

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Basílio De Magalhães – O Café Na História, No Folclore E Nas Belas-Artes

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Basílio De Magalhães foi um grande intelectual mineiro, talvez um dos maiores do Brasil. Nascido aos 14 de junho de 1874, foi uma das mentes mais brilhantes deste país. Jornalista, professor, administrador, político, homem de cultura, poliglota, faleceu na cidade de Lambari-MG, aos 14 de dezembro de 1957, “esquecido e pobre, a ponto de ter que vender sua biblioteca para sobreviver”. Câmara Cascudo dedicou a este mestiço, de classe social desfavorecida, filho natural de seu padrinho, um verbete no seu famoso “Dicionário do Folclore Brasileiro”.

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Gustavo Roese Sanfelice & Mauro Myskiw – Mídia E Esporte: Temas Contemporâneos

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Não é novidade proclamar que as mídias e o esporte mantêm relações íntimas ― desveladas ou veladas, secretas ou públicas. Tais relações já foram caracterizadas de diversos modos: simbióticas, de dependência, de interdependência, de submissão, simbólicas… Até aí também nada de novo. Contudo, não é de lugares-comuns dos quais partem os autores desta obra, quando formulam suas problemáticas de pesquisa, nem chegam a lugares-comuns suas conclusões (mesmo que provisórias e falíveis, como os são quaisquer conhecimentos científicos), ao abordarem a autonomia relativa do campo esportivo, as crônicas jornalísticas sobre a Copa do Mundo, o telejornalismo esportivo em suas várias frentes, os Jogos Olímpicos, o marketing no futebol, o ídolo esportivo. Ao longo dos textos, vão se revelando fartos e consistentes fundamentos teóricos e evidências empíricas que permitem ao leitor compreender, sob diversas perspectivas, as relações entre esporte e mídias na contemporaneidade.

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Manuel Amaral Neto – VI Oficina De Manejo Florestal Comunitário Da Amazônia Brasileira

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Esta publicação trata-se do resultado da VI Oficina de MFC da Amazônia Brasileira. As oficinas de MFC têm-se constituído em fórum privilegiado de reflexões e decisões sobre o tema.Isso se reflete nas conquistas recentes de linha de crédito para MFC e nas adequações na legislação florestal, que ilustram os avanços e as perspectivas favoráveis para o fortalecimento da atividade, a partir do apoio de diversas instituições. A realização da VI Oficina materializa essa nova fase na busca de consolidar o processo de manejo florestal comunitário na nossa Amazônia.

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Associação Brasileira Da Propriedade Intelectual – Propostas Para A Inovação E A Propriedade Intelectual Vol. I

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A Propriedade Intelectual incentiva a produção inovadora, por meio da atribuição de direitos específicos e temporários aos criadores. O resultado da Inovação, intangível por essência, encontra na Propriedade Intelectual sua fonte de proteção e propulsão.
A competitividade das indústrias está diretamente calcada na capacidade de criar e inovar. Para assegurar e valorizar a criatividade e a inovação genuinamente brasileiras e impulsionar iniciativas e investimentos nas atividades socioeconômicas intensas em criatividade, pesquisa, desenvolvimento e progresso tecnológico, é essencial consolidar o marco regulatório da Propriedade Intelectual.
De fato, o quadro normativo da Propriedade Intelectual precisa acompanhar o amadurecimento da capacidade produtiva do País e rejeitar propostas legislativas que estimulem ou tenham como consequência indireta o retrocesso e a desindustrialização do parque inovador brasileiro. No Brasil contemporâneo não pode haver espaço para iniciativas legislativas retrógradas e contraproducentes, que remoem premissas falsas e datadas de períodos pré-democráticos.

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