José António Domingues – O Paradigma Mediológico: Debray Depois McLuhan

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O problema geral do livro remete para o exame do poder constitutivo da mediação em seis momentos fundamentais: teológico, filosófico, gramatológico, representacional, técnico-científico e digital. Na contemporaneidade assinala-se para este exame a importância do paradigma mediológico de Mcluhan. Este paradigma identifica o medium técnico como segundo corpo. Esta perspectiva sobre o mediumtécnico abre para a pressão física que obriga o humano a exteriorizar-se ou a prolongar-se. Dir-se-á que em Mcluhan o medium designa a manifestação de uma ligação, que é equivalente a uma libertação – domeio e para o meio. Segue-se pois a extensão do medium como uma mobilização viva da constiuição. Para Debray, que escreveu Cours de Médiologie Générale e Manifestes Médiologiques, depois de Mcluhan,o medium técnico trata-se do liame que nos faz viver em conjunto. Vem colocar em evidência fundamentalmente a conexão que forma a vida. Para este autor o saber mediológico é simples procura da estrutura da experiência. Como ela permanece entre o que  muda.

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