Eliane Marchesini Zanatta (Coord.) – Conservação & Restauração: A Coleção De Chapéus Do Museu Imperial

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O Museu Imperial possui uma coleção com 25 chapéus, que pertenceram a d. João VI, d. Pedro II, militares e magistrados do Império brasileiro. Foram escolhidos 15 chapéus para compor o Caderno de Conservação. Segundo Eliane Zanatta, os chapéus escolhidos são os mais difíceis, mais instigantes e os que exigem um olhar diferenciado do restaurador para a execução de um bom trabalho de conservação.
O objetivo do lançamento do Caderno é mostrar todo o passo a passo do trabalho realizado na conservação e restauração desses chapéus. Com uma linguagem acessível, os leitores poderão conferir toda a metodologia de trabalho, os fundamentos teóricos e as formas  de conservação e restauração de um objeto histórico.“Restaurar e conservar é uma profissão, não apenas habilidade. É preciso ter um conhecimento em história ou química para trabalhar na área. Nosso intuito é divulgar esse trabalho para que as pessoas se interessem e busquem se especializar em conservação”, afirma Eliane Zanatta.

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Achel Tinoco – Lua De Setembro

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Lua de Setembro é dividido em duas partes: a primeira, narrada por ela, a estudante Manuela; a segunda, por ele, o advogado Alexandre. Cada um conta a sua versão da história. São namorados há cinco anos, ficam noivos e se casam numa cerimônia monumental. No entanto, se separam no segundo dia da lua de mel.

Poeta e escritor Achel Tinoco nasceu na pequena São Domingos do Capim ( Pará ). Foi criado na Bahia, na fazenda Vila Ferreira, município de Ibirataia, sul do estado. Hoje mora em Salvador, onde fez os cursos de Letras e Administração de Empresas.

O lançamento do livro será no dia 17/12/2016, a partir das 16:00, no shopping Paseo, no bairo do Itaigara.

César Ricardo Simoni Santos – Brasília: Do Projeto Hegeliano Ao Espaço Da Acumulação

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Na primeira parte, a construção de Brasília é analisada do ponto de vista da racionalidade que fundamenta o plano urbanístico, o projeto de transferência da capital e o programa de modernização do Estado no Brasil. Nesse momento são postos em destaque os planos de identidade que essa racionalidade mantém com a filosofia e o pensamento hegelianos. É nesse plano que a teleologia hegeliana transforma-se em projeto de finalização da história, tendo o espaço urbano de Brasília como símbolo maior, produto e condição de realização desse projeto (sempre incompleto). Trata-se, pois, de um projeto de constituição de uma hegemonia estatista que se consolida no domínio efetivo do espaço (e do território). A imposição dessa racionalidade tem, portanto, na produção e na organização do espaço um de seus elementos estruturantes. A produção de um espaço racional, lógico e “higiênico” faz parte da “lisibilidade” das normas e da ordem que são próprias da dominação do Estado. Ao mesmo tempo, a promoção dessa ordem é avessa ao diferente e às contradições e somente se realiza a partir da aniquilação dos diversos conteúdos sociais e históricos que não se coadunam ao projeto. É nesses termos que o esforço de finalização da história carrega consigo um elevado teor de violência e aniquila os conteúdos do espaço social. Esse esvaziamento advém de um esforço de substituição da história pela lógica, de um esforço de superação que essa racionalidade executa sobre o movimento contraditório da história. O espaço “quase pura lógica” de Brasília carrega esse sentido.

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Michel Beaud – História Do Capitalismo

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Da crescente hegemonia espanhola, financiada graças à pilhagem do ouro das Américas, até a Revolução Industrial inglesa. Do colonialismo imperialista do século XIX, até a atual supremacia norte-americana e as crises capitalistas no século XX. 500 anos de História, 500 anos de capitalismo como o modo de produção dominante em nível mundial. De 1500 a 1980, Michel Beaud reconstitui, analisa e discute o significado econômico das guerras e conquistas, o significado sociológico da confrontação de classes e a contraposição da doutrina liberal capitalista à comunista.

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Marcos A. Timbó – Elementos De Cartografia

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O material visa dar suporte à aulas de cartografia de forma que ao término da exposição dos conteúdos do curso o estudante seja capaz de entender os elementos e conceitos fundamentais de cartografia, ler e interpretar mapas, cartas e plantas topográficas, elaborar mapas e plantas simplificadas, atualizar e complementar esses produtos cartográficos. Alguns itens citados no sumário são: Conceitos e campos de aplicação da cartografia, ciência e tecnologia de suporte, representação cartográfica do planeta Terra, etapas de produção de mapas topográficos, interpretação de mapas topográficos, precisão cartográfica, entre outros.

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Harald Welzer – Guerras Climáticas

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Este livro impressionante e devastador nos informa que neste século XXI os homens não vão mais entrar em guerra, matar e morrer só por causa da economia, da religião e dos conflitos racionais, mas também em conseqüência das mudanças climáticas que podem tornar imensas áreas no planeta inúteis para a sobrevivência. Os espaços vitais disponíveis encolherão e provocarão conflitos armados permanentes. As guerras civis, os poderosos fluxos de refugiados e as injustiças atuais se aprofundarão. Ondas de refugiados climáticos e fugitivos do terrorismo vagarão às cegas pelo planeta. Harald Welzer nos aponta um cenário apocalíptico e adverte: o que estamos fazendo para conter o terror que se avizinha?

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Lívia Maschio Fioravanti – Da Periferia À Centralidade: Reestruturação Do Espaço E Valorização Imobiliária No Bairro Do Jaguaré, São Paulo

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Durante os últimos quarenta anos o distrito do Jaguaré, na zona oeste do município de São Paulo, tem sofrido intensas transformações sócio-espaciais: deixou de ser periférico e essencialmente industrial para se tomar espaço privilegiado para a construção de empreendimentos imobiliários e estratégico ponto de passagem para outros bairros e cidades próximas à medida que avenidas foram construídas. O distrito passa por forte valorização imobiliária devido à sua grande acessibilidade para outros pontos da cidade – está próximo de municípios que compõem a Região Metropolitana de São Paulo, é delimitado pela Marginal do Rio Pinheiros e apresenta fácil acesso para rodovias que conectam a capital com o interior paulista – e à concentração de áreas verdes em seu entorno, representadas principalmente pelo Parque Villa Lobos e pela Cidade Universitária. O Jaguaré consolida-se como uma nova centralidade na cidade de São Paulo, reiterada com as intervenções urbanísticas previstas pela Operação Urbana Vila Leopoldina-Jaguaré. Por meio de levantamento bibliográfico e da realização de trabalhos de campo, pretende-se analisar a produção do espaço do Jaguaré a partir da passagem do capital industrial para o capital financeiro, atualmente articulado ao setor imobiliário. A partir do distrito do Jaguaré, será investigado como os interesses econômicos do capital se relacionam com os interesses políticos do Estado e fundamentam a apropriação privada do espaço e a fragmentação e valorização do solo urbano.

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Amélia Luisa Damiani (Coord.) – O Futuro Do Trabalho: Elementos Para Discussão Das Taxas De Mais-Valia E De Lucro

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Este texto é parte de um processo de debate sobre os Grundrisse de Karl Marx, realizado no Laboratório de Geografia Urbana – LABUR – do Departamento de Geografia, da Universidade de São Paulo. Ele tem como finalidade encontrar elementos para o estudo de nossa sociedade, neste momento em que ela demonstra uma crise do trabalho. Trata-se de um texto provisório, de uma discussão em andamento. Num primeiro momento, para nós, esta crise apareceu como crise do emprego. Assim, fomos debater a extensão do desemprego na mundialidade. Foi esta porta de entrada que nos levou a estender o sentido de nossa observação: o desemprego é real e, ao mesmo tempo, aparência, de um fenômeno ainda mais amplo, a crise do trabalho, de modo geral. Trata-se de uma crise de emprego reveladora de que o processo do capital inclui, junto com a necessidade do trabalho, a sua destituição, negação. Para compreender essa crise foi preciso tentar aprofundar os estudos da dinâmica do capitalismo, focalizando a relação capital-trabalho. Chegamos à consideração de que a consciência do processo como um todo envolvia o conhecimento da relação e da diferença entre a mais-valia e o lucro e nosso esforço aqui é começar a explicá-los. Através destas categorias de análise do capitalismo, revelar mais profundamente qual é a nossa situação social.

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Paola Verri De Santana – Ecoturismo: Uma Industria Sem Chaminé?

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O enfoque desenvolvido na Geografia Humana onde o espaço geográfico é produzido pelo homem através de um processo histórico de transformação da natureza orienta a discussão e a compreensão do objeto de estudo. É neste sentido que o espaço geográfico é produzido pelo homem através de um processo histórico de transformação da natureza. Quando entendido como espaço social é especialmente para testemunho de que é produto das relações sociais de produção, além de ser nele onde elas se realizam. O espaço, enquanto uma dimensão da sociedade, é homem e natureza e manifesta-se como espaço físico e social das relações objetivas entre sujeito e objeto que o faz humanizado. Isso não implica em concluir que o homem seja puramente o sujeito, porque este não se separa da natureza inclusive porque para se fazer como tal também sofre relação objetiva. Isto é, um ser indissociavelmente dotado sujeito e objeto. Contudo, o homem se diferencia nestas relações dialéticas quando de posse de sua liberdade de ter a consciência de sua ação, trabalho e busca pela satisfação de suas reais necessidades. Dialéticas porque o homem se impõe como sujeito se também for um ser objetivo, até mesmo nas relações entre homens. O momento marca o processo em que o homem passa a fazer sua própria história e deixa de pertencer simplesmente a uma história da natureza, da Terra, do universo. Assim o homem não é só parte da natureza, se a natureza é julgada socializada, ela torna-se para a consciência humana sua própria extensão.

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Eliseu Alves (Edit.) – Migração Rural–Urbana, Agricultura Familiar E Novas Tecnologias

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Admite-se que a família tome decisões que visem ao bem-estar de todos os seus membros, embora o chefe de família possa sair perdendo. Viver no meio rural ou na cidade, são duas opções e os prós e os contras são devidamente avaliados. Na decisão de migrar para a cidade, o diferencial de salário, o desconforto do ajuste ao novo estilo de vida, o risco de não encontrar emprego e a violência urbana são devidamente considerados. Contudo, se o diferencial de salário for tentador e as vantagens que as cidades oferecem forem incorporadas a ele, a família corre o risco de migrar. Entre a decisão de migrar e colocar o pé na estrada, decorre tempo que varia com a idade, cultura e recursos dos membros da família. Em primeiro lugar, aventuram-se os mais jovens, que procuram manter os pais no meio rural, e a aposentadoria deles os ajuda neste respeito. Por último, os mais velhos seguem o caminho dos filhos. A rota do êxodo não tem padrão definido. Quando há emprego, do meio rural para a sede do município correspondente ou para cidades de portes menores da mesma região ou de regiões mais próximas. Mas, a migração de longo curso, como por exemplo, do meio rural do Nordeste para São Paulo e Brasília – ou mesmo para os Estados Unidos – é também possível.

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Alexandre Barbalho, Lia Calabre & Antonio Albino Canelas Rubim – Políticas Culturais No Governo Dilma

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O livro se objetiva a analisar e avaliar as políticas culturais executadas no primeiro mandato de Dilma Rousseff. A reflexão considera a história dessas políticas no mundo e, principalmente, no país. O percurso do Ministério da Cultura, no período, é apresentado e ao final da análise o leitor terá conhecido as continuidades, descontinuidades, avanços e retrocessos das políticas para a cultura.

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Giuliana Kauark, José Márcio Barros & Paulo Miguez (Orgs.) – Diversidade Cultural: Políticas, Visibilidades Midiáticas E Redes

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Neste título, autores brasileiros, americanos e espanhóis se reúnem para discutir a respeito da diversidade cultural. Tratam-se de 12 artigos acadêmicos que abordam aspectos de mídia, audiovisual, redes, tecnologia, patrimônio e políticas públicas, de forma a obter um escopo da diversidade cultural em diversos âmbitos.

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Luiz Claudio Di Stasi & Clélia Akiko Hiruma-Lima – Plantas Medicinais Na Amazônia E Na Mata Atlântica

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Esta cuidadosa pesquisa etnofarmacológica, em edição revista e ampliada, tem como fonte moradores da Floresta Amazônica e da Mata Atlântica, ponto de partida para a identificação e catalogação de 135 espécies vegetais daquelas regiões que, estudadas pelo seu potencial medicamentoso, reúnem um valor econômico de grande interesse para indústrias e laboratórios farmacêuticos. Aproveitar esse potencial significa não só conhecer melhor as plantas nativas que beneficiam a saúde, como também propiciar aos moradores condições de atingir o desenvolvimento sustentado com a extração e a conservação dos produtos medicinais existentes em seu próprio hábitat.

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Tiago Bernardon De Oliveira – Trabalho E Trabalhadores No Nordeste: Análises E Perspectivas De Pesquisas Históricas Em Alagoas, Pernambuco E Paraíba

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Ao longo das últimas quatro décadas, a história social do trabalho se tornou um dos mais consolidados ramos da historiografia brasileira. Seus temas, objetos, temporalidades e enfoques teórico-metodológicos se diversificaram, permitindo confrontar distorções e ampliar questões acerca da história da classe trabalhadora do Brasil e de suas relações com as outras classes e com o Estado. Parte dessa diversidade encontra-se reunida neste livro, composto por capítulos que tratam de balanços historiográficos e de aspectos das experiências históricas de classe de trabalhadores e trabalhadoras escravizados, libertos, “livres”, urbanos, rurais, sindicalizados ou não, de Alagoas, Pernambuco e Paraíba. Trata-se de uma contribuição coletiva, que almeja servir tanto ao público acadêmico, em especial a estudantes de graduação e de pós-graduação, quanto aos trabalhadores e trabalhadoras, agentes de sua própria história.

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Ana Carolina Sperança-Criscuolo – Funcionalismo E Cognitivismo Na Sintaxe Do Português

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A obra nasce no bojo das discussões e problemas relacionados (ou associados) ao ensino de gramática, tanto no âmbito acadêmico quanto no profissional. Em tal contexto, Ana Carolina Sperança-Criscuolo busca demonstrar a adequação pedagógica da proposta de descrição e análise de orações subordinadas substantivas sob uma perspectiva funcionalista-cognitivista. A autora escolhe o domínio da sintaxe pela importância desse nível de organização da língua na arquitetura do texto. Além disso, o processo de subordinação substantiva, foco da pesquisa, figura como recurso bastante recorrente e produtivo no português. O estudo dos aspectos pragmático-discursivos ligados a tal processo pode, assim, proporcionar melhor entendimento e maior domínio dessas construções e, consequentemente, dos textos. O livro organiza-se em cinco capítulos. Neles, a autora apresenta um breve histórico sobre o desenvolvimento dos estudos linguísticos, discute os princípios teóricos que nortearam a pesquisa, trata da perspectiva cognitivista no estudo da língua, aborda o tratamento tradicional do período composto por subordinação. Partindo de usos autênticos das orações, ela ainda analisa aspectos pragmáticos e discursivos associados a sua organização e, finalmente, promove uma discussão sobre elementos que possibilitam refletir sobre a língua como um sistema complexo e dinâmico.

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Edna Maria Cordeiro – Travessias De Cecília: A Caminho Da Educação Matemática No Ceeja Padre Moretti (Rondônia)

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Travessias de Cecíliase constituiu a partir de um texto polifônico e dialógico – em que muitas vozes fizeram emergir histórias – trazendo episódios sobre formação docente e educação matemática no âmbito de Rondônia, considerando o período de 1977 a 2012. Na perspectiva da Nova História Cultural, a pesquisa de doutorado ampliou-se, o que possibilitou a construção da tese, agora livro; em busca de uma compreensão sobre o enredo que se moveu entre dificuldades e oportunidades das personagens, bem como da Educação no estado de Rondônia.

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José Luciano Albino Barbosa – Engenho De Cana-De-Açúcar Na Paraíba: Por Uma Sociologia Da Cachaça

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Estudar a dinâmica cultural de transformação da cachaça de engenho paraibana, compreendendo como algo se transforma, em termos simbólicos, tornou-se o objetivo deste livro. O estudo foi realizado na região do Brejo paraibano, conhecido pelos conflitos de terra, a exemplo das Ligas Camponesas, e a cultura da cana-de-açúcar processada em engenhos seculares, tal romanceou José Lins do Rego. Assim, este livro se propõe a uma sociologia da cachaça. Uma viagem analítica, mas também de inspiração literária, ao cenário paraibano onde a mesma é produzida e sofre ressignificação, tornando-se requintada e sinônimo de originalidade em cachaçarias e pousadas campestres.

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Olga Nancy P. Cortés – A Inter-Relação Bourdieusiana: Habitus, Campo E Capital

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O ponto de partida do constructo teórico do filósofo e sociólogo francês Pierre Bourdieu são as desigualdades existentes na realidade social. Na busca pela compreensão da realidade social e a posição do indivíduo perante a mesma, o autor elabora uma teoria a qual visa à superação da dicotomia das teorias subjetivistas e objetivistas presentes em sua época. Assimilando o pensamento relacional como fio condutor da teoria identificada como construtivismo estruturalista ou estruturalismo construtivista, o autor propõe relevar das pesquisas empíricas o senso prático das ações dos agentes sociais. Tal proposta apresenta uma teoria da prática ou praxiologia, na qual a prática é considerada o motor propulsor das posições, disposições e tomadas de posição do agente social. Com isso as noções de habitus, campo e capital são elaboradas oportunizando uma visão global do meio social a partir da noção de espaço social. A partir disso, a proposta desta pesquisa dissertativa possui como objetivo demonstrar a inter-relação da tríade de noções: habitus, campo e capital. No intuito de alcançar esse objetivo, inicialmente se propõe a contextualização do espaço-tempo do pensamento bourdieusiano, seguido da apresentação isolada de cada noção para finalizar com o levantamento dos pontos que auxiliam a demonstração da inter-relação da tríade das noções bourdieusianas.

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Daniel Aarão Reis Filho & Jair Ferreira De Sá – Imagens Da Revolução

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O livro retrata de forma objetiva e profunda os caminhos e reflexões que orientaram a esquerda revolucionária brasileira dos anos 60. Referindo-se aos períodos que antecedem o golpe militar de 1964 e aos difíceis tempos que o seguiram, o livro permite ao leitor refletir também sobre temas da maior relevância hoje, desde a relação entre os ideais revolucionários e os valores da democracia, até o caráter das classes dominantes brasileiras e as formas históricas utilizadas para perpetuar seus privilégios.

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